Excelência na Mira
#05 Equidade e protagonismo feminino
Publicado em 05 de março de 2026
| Olá! Esta é mais uma edição da Excelência na Mira, sua pausa para ajustar o foco, ampliar o olhar e terminar a semana acompanhando o que realmente gera impacto na educação. Acompanhe os destaques desta semana: |
Equidade se constrói na escolaNa próxima semana, celebramos o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março — uma data que convida à reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o futuro que estamos construindo para meninas e mulheres. No campo da ciência e da educação, há avanços importantes. As mulheres já são maioria na formação científica no Brasil: representam 57% das pessoas tituladas na pós-graduação e lideram entre os bolsistas do país. Ainda assim, ocupam apenas 43% das posições docentes na pós-graduação — um reflexo do chamado “efeito tesoura”, que evidencia a diminuição da presença feminina ao longo da carreira acadêmica, especialmente nas áreas de STEM. Esse cenário mostra que ampliar o acesso é fundamental — mas não suficiente. É preciso garantir permanência, oportunidades de liderança e condições equitativas de crescimento. E esse movimento começa na escola. Mais do que celebrar o 8 de março, a comunidade escolar pode assumir um papel ativo na formação de meninas confiantes, curiosas e protagonistas. Algumas ações práticas: Apresentar referências femininas reais e diversas, especialmente em ciência, tecnologia e posições de liderança. Estimular a participação das meninas em projetos investigativos, olimpíadas e feiras científicas. Promover discussões sobre equidade de gênero, envolvendo toda a turma e ampliando repertório. Criar espaços seguros de experimentação, onde errar faça parte do processo de aprendizagem. Desenvolver competências como argumentação, autonomia e liderança colaborativa desde os primeiros anos. O protagonismo feminino começa na infância — e se fortalece todos os dias, dentro da escola. |
Nossas alunas fazem históriaQuando falamos sobre incentivar meninas a ocuparem espaços em STEAM, estamos falando sobre abrir portas reais — inclusive para instituições historicamente desafiadoras e majoritariamente masculinas, como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). E esse movimento já é realidade. No último vestibular, oito das dez mulheres aprovadas no ITA são do Poliedro. Um resultado que vai além do número: representa protagonismo feminino em uma das áreas mais exigentes da engenharia brasileira — e confirma que talento, quando encontra método e acompanhamento, transforma-se em conquista. Mais do que números, celebramos histórias. Histórias de estudantes que transformaram disciplina em resultado e sonho em realidade. Quer conhecer os detalhes dessas conquistas? Confira o conteúdo completo! |
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