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Gestão Escolar

As avaliações digitais e o novo contexto educacional

05 de janeiro de 2021

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  • avaliação

Assim como tudo que se tem conhecimento no mundo e seus processos, a Educação e suas demandas se aprimoram e se transformam a todo momento. Novas pesquisas são feitas, novas metodologias são propostas, novas abordagens e produtos educacionais são elaborados. No meio deste turbilhão, o trabalho do professor é sempre o meio que pode e deve ser o condutor de aprendizagens efetivas, no qual os estudantes possam realmente construir conhecimentos capazes de mudar suas vidas.

Tradicionalmente, dentro desse processo, as avaliações da aprendizagem que, historicamente, provocam apreensão entre os estudantes: as semanas de prova, as notas e os boletins que são enviados aos pais, sejam com mensurações numéricas ou com conceitos (A, B e C), eram (ou são!) momentos de muito desconforto para o aluno.

Cipriano Luckesi, em seu livro Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições (2013), enfatiza que avaliar é “um juízo de qualidade sobre dados relevantes, tendo em vista uma tomada de decisão”. Dessa forma, o incômodo que os estudantes sentem ao serem avaliados deveria ser substituído pela sensação de melhoria e renovação.

Diante dos dados que o professor coleta em suas avaliações é salutar que sejam tomadas decisões, conforme cita Luckesi, para interferir no momento de aprendizagem. Em outras palavras, o professor pode utilizar a interpretação do que foi feito para agir pontualmente na identificação de problemas no processo de ensino.

Corroborando isso, as tecnologias educacionais estão presentes para contribuir como ferramentas do trabalho docente. Em especial, neste texto, refletiremos sobre como o processo avaliativo digital pode ser incorporado à sala de aula e, para além disso, como a pandemia nos mostrou que é possível revolucionar nossas aulas.

A importância de adotar novas tecnologias nas avaliações escolares

Avaliar não é um processo fácil: a caracterização dos estudantes, não só em termos acadêmicos, é uma tarefa complicada. Ainda mais quando temos que lidar com vários seres humanos distintos, turmas heterogêneas, crianças e adolescentes únicos, com personalidades e desenvolvimentos cognitivos diferentes.

O modelo tradicional e manual possui diversas limitações, a maior delas é a dificuldade do professor em compilar os dados e fazer a sua interpretação, isso demanda tempo e habilidades que muitas vezes interfere no planejamento do professor.

Ao se implantar o modelo digital, o docente insere o estudante numa rede de conexões muito maior que a do trabalho manual. A linguagem digital, por ser multimodal, ou seja, mistura diversos modos de linguagem, como a oral, a gráfica, a escrita e a imagética, potencializa o processo avaliativo, atrai a atenção do aluno, torna-se mais clara a apresentação da proposta e estimula a criatividade do professor ao elaborar suas avaliações.

Plataformas digitais e Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Atualmente, os estudantes utilizam os meios digitais com naturalidade, conseguem estabelecer suas conexões e fazer suas pesquisas de forma ágil e rápida. Os meios digitais proporcionam movimentos dialógicos riquíssimos, como cooperação, colaboração e interação. Essas características não podem ser deixadas de lado, e não existem motivos para que professores não utilizem esses recursos nas aulas.

Muitas são as ferramentas disponíveis para isso, não só se baseando nas avaliações como um fim do processo, mas como parte integrante e formativa do ensino e da aprendizagem. Podemos destacar o Kahoot!, o Mentimeter, Evernote, Padlet, Google Forms e os dispositivos apresentados nas plataformas do Sistema de Ensino Poliedro, como o Banco de Questões, a plataforma AVA e as indicações de atividades contidas nos planejamentos e materiais extras no Portal Edros.

Tenhamos em mente, sempre, que independente da componente curricular que trabalhamos e do público discente, avaliar é sempre identificar e caracterizar o instante da aprendizagem para que o rumo do ensino seja modificado com base nas necessidades do aluno. As facilidades do mundo digital nos aparecem como ponto de apoio para garimpar os dados e garantir que os estudantes possam ter o maior número de experiências sensoriais e coletivas para assegurar e consolidar nossos objetivos de ensino.

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